Momento imperdível no depoimento do CEO do C6 Bank, Artur Ildefonso Brotto Azevedo, nesta quinta-feira (19), na CPMI do INSS. O relator da Comissão, o deputado federal Alfredo Gaspar, encurralou o banqueiro diante dos valores altíssimos de lucro do C6 com os empréstimos consignados.
Em diversos momentos, o CEO chegou a gagueijar ao ser questionado sobre uma série de irregularidades observadas pela Controladoria-Geral da União (CGU) nos empréstimos consignados firmados pelo banco.
Ao final do depoimento, Alfredo Gaspar relatou que presidentes de entidades que receberam o mesmo valor do C6 Bank, cerca de R$ 300 milhões foram tratados como bandidos na CPMI - por serem bandidos.
Por isso, agora se questionava se o CEO do C6 Bank também deveria ser tratado como investigado ou como testemunha.
Em diversos momentos, o CEO chegou a gagueijar ao ser questionado sobre uma série de irregularidades observadas pela Controladoria-Geral da União (CGU) nos empréstimos consignados firmados pelo banco.
Ao final do depoimento, Alfredo Gaspar relatou que presidentes de entidades que receberam o mesmo valor do C6 Bank, cerca de R$ 300 milhões foram tratados como bandidos na CPMI - por serem bandidos.
Por isso, agora se questionava se o CEO do C6 Bank também deveria ser tratado como investigado ou como testemunha.
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